domingo, 25 de setembro de 2011

BRINCANDO COM IMAGENS

O tema da unidade 3 foi Experimentação artística computacional, para tanto precisamos fazer o download de um programa gráfico e um de áudio para experimentar ferramentas novas e fazer arte.
Não me dei muito bem com o programa Audacity que tinha por finalidade editar faixas de áudio e que me fizera recordar vagamente meu Soud Forge, apagado por um vírus cruel em 2006, tristeza.
Com o Gimp, editor de imagens, foi mais fácil “brincar”, amo Adobe Photoshop e algumas ferramentas eram muito parecidas apesar de eu ficar tentando inutilmente utilizar alguns atalhos, com insucesso, tristeza.
Comecei por fazer um teste em uma foto recente de minha própria pessoa, fazendo “carinha de não quero trabalhar hoje” em frente à porta de madeira de minha residência (específica, não?!). Utilizei para tanto recursos de seleção retangular e colorização simples, explorando a relação entre camadas (fundamental para quem quer dominar programas que trabalham com layers – camadas – , além de precisar de um pouquinho de criatividade).
E fiquei assim:


Um tanto quanto “arco-íris mal acabado”, mas está valendo. Consegui recortar a faixa adequando o pedaço da imagem selecionado ao fundo ou seria o contrário?! Hum... Enfim, deu certo e parti para a próxima.

Como não tive muito tempo, pensei em fazer algo simples e, procurando por imagens pela rede deparei-me com uma imagem da clássica animação dos anos 80, Cavalo de fogo, pronto: consegui uma boa foto de um feliz cavalo de pelo escuro, galopando pelos campos (O.O) e, usando novamente a “santa seleção livre”, a coloração para dar a cor roxa ao pelo do animal, mas o efeito de fogo ficarei devendo, o bichinho ficou assim:






Ainda “brincarei mais com os programas para aprender mais.

Marchando para o sono eu vou pois meus sonhos me chamam.


WEB ART


Apreciando alguns trabalhos de web arte do site http://www.fabiofon.com/webartenobrasil/ , como o interessantíssimo mosaico de vozes (2004), de Martha Cruz Gabriel, que oferece uma série de vozes gravadas em pequenos quadrados coloridos de um mosaico virtual, oferecendo certa interação com o observador que se torna parte da obra.
Ao tentar acessar a obra Meio digital? (2002), de Guto Nóbrega, encontrei outro trabalho de sua autoria intitulado “Parla”, se trata de uma instalação de um corpo virtual com o uso de um computador, um microfone e um projetor, funciona como um faixa de áudio, quando capta sons, no sentido vertical, começa a modificar suas 12 camadas começando dos pés do corpo virtual por outras partes de imagens de outros corpos (pessoas) em arquivo. Há ainda uma versão online dessa experiência, disposta em http://www.narrativasdigitais.eba.ufrj.br/parla.swf .
Pelas definições de web art que encontrei na Wikipédia: “...podemos dizer que um site de Web Arte disponibiliza um canal de experiências visuais, sonoras ou temporais com o visitante.
Web arte ou webarte é uma categoria de arte computacional que somente pode ocorrer em redes de computadores. Sua principal característica estética envolve a interatividade, por meio da qual o interagente, atuador ou usuário modifica o conteúdo do trabalho, em tempo real, de modo a transformar o evento em função de sua participação.”, não encontrei muitas obras que não se encaixavam a essa definição e outras eu simplesmente não gostei (prontofalei).
A obra de Jackson Pollock, artista famoso por seus quadros que utilizara a técnica do Expressionismo abstrato, também ganhou uma web art, ou art internet, por Miltos Manetas, onde pode-se simular uma obra do autor, tendo ou não controle sobre as tintas e as cores usadas, é bem divertido. Experimentem: http://jacksonpollock.org/
Na minha opinião, a liberdade que temos para produzir arte com a tecnologia do mundo moderno não basta para que sejamos considerados artistas, assim como toda produção artística, deve-se atentar para o bom senso (o que posso produzir para ser exposto, especialmente se a web art for exibida na rede), o público alvo (onde devo expor meu trabalho para que as pessoas que realmente se interessarão pelo que fiz possam visualizar o conteúdo do que postei).
Falando agora um pouco sobre a internet em nossas vidas, não somente de “sites animados” (algumas web arts são verdadeiros sites animados, sem conteúdo significativo, somente cores ou sons talvez organizados por uma ideia vívida em que o autor, tentando exprimir toda a leveza de seu ser acabou pesando a minha, gosto é gosto, fazer o que!) vivem os artistas. Há movimentos pela internet à fora, como a cultuada comunidade virtual Deviant ART (http://www.deviantart.com/) que abriga obras dos mais diversos artistas, profissionais ou amadores, fazendo esses uso de lápis ou mouse para se expressar. Essa união do material com o virtual é algo tão próprio da web art quanto da arte definida fora do ciberespaço, uma mescla de técnicas e porque não dizer, de oportunidades.
“Fazer é ser, não importam as ferramentas.”
Agora voltando para meus remédios, ir-me-ei acalmar um monstro: meus pensamentos que não me deixam dormir.

Referências: sites: http://www.deviantart.com/ ; http://www.fabiofon.com/webartenobrasil/ ; http://jacksonpollock.org/ ; http://www.narrativasdigitais.eba.ufrj.br/parla.swf  e opinião própria.

quinta-feira, 1 de setembro de 2011

WIKI - CADA UM ESCREVE UM POUCO

Na disciplina de Tecnologias Contemporâneas na escola 1_2, na unidade 1, tivemos uma atividade chamada wiki, um texto construído de forma colaborativa, mas não deu muito certo na minha opinião pois cada pessoa escreveu um pedaço parecido com o do amiguinho e até deu oizinho para a tutora.
Mas tudo bem, essa foi minha contribuição para o aprendizado coletivo.

Assim como a inclusão digital nos mostra um novo rumo a seguir em direção ao progresso, nos faz refletir sobre o que realmente queremos de nosso futuro, computadores humanizados e uma sociedade ciborgizada. Talvez.
Não se pode controlar os avanços tecnológicos a medida que esses vão adentrando nossas vidas, tomando espaço de outras práticas, mas pode-se utilizar como contrapeso a disseminação de valores que, agregados à uma boa educação, norteiam o caminho para o uso correto dessas tecnologias.
O professor no papel de mediador do conhecimento sente-se obrigado a apresentar seus alunos ao mundo digital e tudo o que ele oferece, supervisionando sua utilização sem que interfira na realidade e na vida dos mesmos.
Promover experiências como a do vídeo "Buraco no muro" significa além da própria inclusão digital, acreditar que o ser humano pode se adaptar facilmente às mudanças em sua vida e que a tecnologia se faz presente mesmo para aqueles que nem sequer tinham contato com um computador.

 Doente e com fome, só queria uma boa nota nesse momento. (e pão de queijo...)